Quase todo dia a ti tá a acontecer,
uns coisas estranhas me nao esperam
Todo mudaço a ti tá a contecer
Cá tem monte de caras a gaguejar
Ele é o do espaço, tá
tremendo em co mer
Credo na mistério,
compadre cisnó
Fazes tudo e a ti tá a contecer
Os coisas estranhas, menina, estragas
Todo mudaço a ti tá a contecer
Cá tem monte de caras a gaguejar
Ele é o do espaço,
tá tremendo em comer
Credo na mistério, compadre cisnó
E é de nós, menina, a nos amedrejar
Já te arriscou-te nos
calendários
Trabalhadores que a mexes
É medo,
é medo de um terramoto
Democracia que a te comprou
Não se culpira nem pluri
Sentimento de povo que a te brincou
Que a não mexer com nossa tradição
História de nossas terras
Que recambam nos esquecimentos
História de nossas terras
Que recambam nos esquecimentos
História de nossas terras
Querer cambar no es
quecimento
História de nós terras
Querer cambar no
esquecimento
Quase todo dia a ti tá a
As coisas estranhas de na nos terra
Tá a mudança a ti tá a acontecer
Que até muito caras já ganhei já
Ilha do espaço da tremei que me
Credo na mis téria que pato cisnó
Quase todo dia a tá a acontecer
As coisas estranhas de na nos terra
Tá a mudança a ti tá a acontecer
Cá tem um monte de
caras a gaguejar
Milhares de espaços te
atrevem-me a
Querendo-me isto é culpa de si de não
E é de nós mesmo a nos amedrejar
Já te arriscado nos calendários
Trabalhadores que mexes
Em meio a meio de um terramoto
De mocracia que te comprou
Não se cupira nem flori
Sentimento de povo que te brincou
Que não mexes com a nossa tradição
Histórias nas terras que recambaram as que cimentam